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4 Plataformas logísticas dinamizam trocas comerciais
Editado em 23-05-2019 10:09
4 Plataformas logísticas dinamizam trocas comerciais As plataformas são instaladas no município do Luau (Moxico), zona fronteiriça com a República De-mocrática do Congo (RDC), devido às transacções co-merciais com este país, no Lombe (Malanje), Soyo (Zai-re) e no Catuitui (Cuando Cu-bango), apontou Catarino Fontes Pereira. Se tudo correr como planificado, a plataforma logística do Soyo é inaugurada ainda este ano, no fim de um processo de edificação iniciado há dois anos num espaço de 25 hectares, com as obras situadas a 25 por cento do previsto. As obras em falta nesta empreitada estão ligadas à instalação dos sistemas de abastecimento de água e energia eléctrica, bem como o acesso do Porto do Soyo à plataforma logística, de acordo com o director-geral do CNC, que anunciou um plano de marketing posterior à conclusão da plataforma, para atrair potenciais operadores que possam beneficiar dessa importante infra-estrutura económica. O CNC também procura atrair capitais, principalmente nos fóruns internacionais em que participa, para financiar o projecto de implantação das quatro plataformas logísticas, o que aconteceu em Dezembro, na 1ª Feira Inter-Africana, realizada no Cairo, Egipto, como num fórum internacional consagrado ao desenvolvimento de África em Roterdão, Holanda, revelou Catarino Fontes Pereira. No final do próximo mês de Junho, adiantou, uma equipa do CNC participa na Expo-China, para contratar fundos privados para investir nas plataformas logísticas. “Pensamos que, até finais de 2022, poderemos ter um mínimo de duas a três plataformas em funcionamento”, anunciou, destacando a “boa receptividade” das instituições financiadoras, havendo mesmo negociações em curso com algumas. Segundo Catarino Fontes Pereira, em termos gerais, o projecto de criação de uma plataforma nunca fica abaixo dos 100 milhões de dólares. “Não estamos a falar em projectos inferiores a 100 milhões de dólares”, vincou o director-geral. Modelo de gestão Nas plataformas logísticas, explicou o director-geral do CNC, o Estado não será o gestor, optando pela instituição de parcerias público-privadas. “É a única forma de o Estado poder participar, mas as plataformas serão concessionadas para determinados períodos de tempo, nunca serão geridas pelo Estado”, adiantou. (Fonte: JA) - INF